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Empresas do setor do plástico do ES produzem protetores faciais
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O setor de Transformados Plásticos capixaba tem feito a sua parte e atuado para impedir o avanço do coronavírus. Empresas associadas ao Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Espírito Santo (Sindiplast-ES) estão envolvidas na confecção de protetores faciais que serão entregues pelo governo estadual a profissionais da saúde durante a pandemia.

 

A Fibrasa foi a responsável por doar oito toneladas de polipropileno (PP) para ajudar na fabricação dos itens de proteção. Na LBRX é feito o beneficiamento do material, em um procedimento chamado de extrusão. O processo é concluído na Plastin, que desenvolveu o suporte da lâmina de acetato, dando forma ao produto final. As três indústrias estão localizadas no município da Serra.

 

O sócio-proprietário da LBRX, Henrique Cavalcanti, ressalta que a empresa atua no mercado de telecomunicações e utiliza o seu know-how em reciclagem para reprocessar o polipropileno e deixá-lo pronto para ser usado novamente. "Começamos o trabalho na última sexta-feira (3 de março) e seguimos firmes para atender a demanda. Fazemos parte dos setores que não pararam as atividades durante a pandemia e entre os nossos profissionais fica a certeza de que eles estão sendo muito importantes nesse período de isolamento social. Fica o sentimento de fazer a sua parte e contribuir com a sociedade", afirma o empresário.

 

Já o proprietário da Plastin, Neviton Gasparini, frisa que todos os esforços estão sendo empenhados para que os protetores faciais sejam produzidos em um curto espaço de tempo e assim chegarem aos profissionais da saúde. O governador Renato Casagrande, em visita à Plastin para acompanhar de perto a produção, agradeceu a contribuição de todos os envolvidos na ação de enfrentamento à Covid-19.

 

"Há um trabalho dos governos municipal, estadual e federal, mas há também uma forte atuação da sociedade, que colabora para que possamos atender melhor as pessoas que dependem dos hospitais. É uma ajuda importante para diminuir o sofrimento do outro", destacou o governador.

 

 Doações

 

Além da atuação dos setores produtivos, outra frente de trabalho para reduzir os impactos e o avanço do coronavírus tem sido a solidariedade. Há um movimento em todo o Estado para arrecadar alimentos e itens de higiene e limpeza para serem doados a famílias que precisam de ajuda nesse momento.

 

A Maifredo Embalagens e a Agrofit, por exemplo, que são duas empresas associadas ao Sindiplast-ES, atenderam ao chamado da Central Única das Favelas (Cufa) recentemente, com o intuito de beneficiar moradores carentes da Grande Vitória com materiais de higiene pessoal. A Agrofit doou 2.700 sacolas plásticas para abrigarem os kits, além de 100 sabonetes, enquanto a Maifredo Embalagens contribuiu com 1.000 garrafas pet, usadas para acondicionar o álcool em gel.

 

O presidente do Sindiplast-ES e diretor da Maifredo Embalagens, Jackley Maifredo, ressalta que o setor tem buscado somar esforços para dar sua contribuição nesse período delicado. "Nos colocamos a disposição dos nossos associados para divulgar seus produtos e serviços nos canais de comunicação do Sindiplast-ES. Ao mesmo tempo, estamos levantando ações solidárias que podem ser praticadas por cada um deles. Temos um compromisso de atender à sociedade, por isso, seguimos produzindo e, ao mesmo tempo, buscando fazer um trabalho social", conclui.  
(Fontes: Contatus Comunicação/Rita Diascanio e Superintendente do Sindiplast-ES – Gilmar Nogueira)

 
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